Na segunda-feira, os alunos da faculdade de medicina da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, foram surpreendidos com a notícia de que, em breve, sua faculdade se tornará gratuita graças a uma doação de US$ 1 bilhão de Michael Bloomberg. Bloomberg, ex-prefeito de Nova York e fundador da Bloomberg L.P., uma empresa de dados financeiros, é também ex-aluno da instituição.
Essa generosa doação beneficiará todos os estudantes cujas famílias ganhem menos de US$ 300 mil por ano. Aqueles com renda familiar inferior a US$ 175 mil anuais terão, além disso, suas despesas com moradia cobertas. Com isso, dois terços dos futuros médicos da universidade serão contemplados.
Bloomberg, atualmente com 82 anos, declarou: “Enquanto os EUA lutam para se recuperar de um preocupante declínio na expectativa de vida, nosso país enfrenta uma grave escassez de médicos, enfermeiros e profissionais de saúde pública. E, no entanto, o alto custo das faculdades de medicina, enfermagem e pós-graduação muitas vezes impede os alunos de se matricularem.”
A doação, realizada por meio da organização filantrópica de Bloomberg, também beneficiará estudantes de outros programas, incluindo cursos de pós-graduação em áreas como saúde pública, enfermagem, educação e engenharia.
Segundo a universidade, localizada em Maryland, a última turma de formandos tinha, em média, uma dívida de US$ 100 mil em financiamentos estudantis. O reitor da universidade, Ron Daniels, afirmou que “a remoção das barreiras financeiras às oportunidades individuais estimula a excelência, a inovação e as descobertas que beneficiam a sociedade”.
Essa não é a primeira grande contribuição de Bloomberg, cujo patrimônio é estimado em US$ 106 bilhões. Em 2018, ele doou US$ 1,8 bilhão para auxílios a estudantes de graduação da Johns Hopkins. No ano passado, ele e sua esposa, Elaine, doaram US$ 200 milhões para tornar o curso de medicina da Universidade de Nova York (NYU) gratuito para todos os estudantes.
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