Uma pessoa que descobre a data de sua morte, tem seus últimos dias de vida totalmente reformulados. É mais difícil manter as coisas numa rotina certinha quando conhecemos nossa data de validade. Em Breaking Bad, Walter White passa por uma transformação total de valores após receber diagnósticos de câncer. De professor submisso aos regimentos sociais torna-se um traficante capaz de assassinatos e tramas fora da lei. E mesmo ao conseguir a cura, nunca mais volta a ser o que foi antes.
O peso de sentir a fragilidade da vida pode despertar inúmeras reações, dificilmente ficamos apáticos. Saber que somos infinitos todos sabemos, mas sentir, experenciar nossa limitação, é libertador.
O problema, e solução, é que liberdade traz consequências.
Você pode até ter a sensação, eu diria inocente, de que vai viver ainda muitos anos. E morrerá velhinho, sem perceber. Mas o número de pessoas que morre assim não é tão grande, não. É mais provável que a gente morra antes de ficar “morrível.” Isso parece feio de dizer. Porém, o clichê já diz que beleza é relativo. Saber que este pode ser o último ano de nossas vidas é também bonito. Depende do ângulo, da luz, como nas fotografias.
A beleza de saber, e sentir, que não somos eternos é perceber que “A diferença entre passado, presente e futuro é apenas uma persistente ilusão…
Não é o tempo que dividimos com alguém, é o aqui. Por isso, a casa fica estranha quando é estranha a companhia. Não importa quem você seja, ser um pouco mais feliz depende de estar com quem é relevante.
No tédio, na alegria e na tristeza; um tempo-novo é um lugar e é bom agradecer as pessoas que te fizerem bem ao ocupá-lo e pedir licença ( ou despejar) as que não fizerem.
Imagem de capa: Osmar Robles no pinterest.
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