O programa “Amigos, Sons e Palavras”, conduzido pelo cantor Gilberto Gil, no Canal Brasil, recebeu recentemente a atriz Lilia Cabral, que entre outros assuntos, falou de peito aberto sobre o período em que enfrentou uma síndrome do pânico após perder a mãe, que faleceu devido a um câncer de pâncreas.
“Quando minha mãe faleceu, o que aconteceu? Eu tive síndrome do pânico. Mas naquela época não se sabia detectar. Era uma angústia que vinha muito forte. O coração bate, bate. E depois que você tem, fica para sempre. Não tenho agora, mas sei a sensação”, disse.
Ao longo da entrevista, a atriz da Rede Globo ainda discutiu sobre os sentimentos e os sintomas que tinha, lembrando que não sabia como lidar com a morte da mãe.
“Quando ela se foi, era como se eu dissesse assim: ‘E agora? O que faço com este sentimento todo?’. Aí veio a taquicardia, o pensamento, a angústia, a necessidade de botar para fora, mas, ao mesmo tempo, para quem? Por quê?”, afirmou.
Na atração, Lilia também aproveitou a ocasião para ressaltar a importância que a psicoterapia teve em seu tratamento.
“Quando cheguei ao Rio de Janeiro, comecei a fazer análise. E só fui parar quando fiz o ‘Divã’ (filme de 2009). Ali, já eram 20 e tantos anos”, lembrou.
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Destaques Psicologias do Brasil, com informações de Minha Vida.
Foto destacada: Lilia Cabral em “Amigos, Sons e Palavras” || Créditos: Reprodução.
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